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O presidente da Câmara de Antônio Carlos, Emerson Roberto Shappo (PMDB), assinou a ordem de serviço para que a empresa Vander Incorporadora e Artefatos de Cimento LTDA retome as obras para a conclusão da nova sede do Poder Legislativo.

A licitação para o término do prédio foi definida em R$ 237 mil, o que gera economia de R$ 104 mil ante aos R$ 341 mil que foram previstos inicialmente. O certame foi acirrado, com sete empreiteiras habilitadas para apresentarem suas propostas de preço. Agora, com a obra retomada, o prazo de conclusão é de 180 dias. “Após isso faremos a licitação para equipar a sede”, disse Emerson, ao Biguá News.

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A nova Casa de Leis terá 500 m² de área edificada, em um terreno de 900 m². Além de espaços para plenário, recepção, secretaria e sala da presidência, contemplará também dois gabinetes para uso dos vereadores da situação e da oposição.

Obra será retomada e prazo de conclusão é de 180 dias (Foto: Biguá News)

O presidente fez gestão de recursos para ter dinheiro em caixa e finalizar o prédio. Durante o primeiro semestre deste ano, a Mesa Diretora conseguiu poupar mais de R$ 300 mil. A perspectiva é que até o final de 2017 a economia que está sendo feita ultrapasse os R$ 500 mil, o que possibilita contratar nova empreiteira, licitar movelaria e novos equipamentos. “Estamos conduzindo a Câmara de Antônio Carlos com todo o zelo necessário com o dinheiro público e esse modelo de gestão nos possibilita concluir a sede”, disse Shappo.

Vereadores da oposição derrubam projeto que diminuía recesso

Emerson também pontua que a nova estrutura vai possibilitar economia de recursos, visto que atualmente o Legislativo arca com aluguel. “Hoje nós pagamos R$ 2.500,00 por mês e isso significa R$ 30 mil por ano. Além dessa economia, a nova Câmara também vai beneficiar toda a comunidade, pois, assim como possibilitará um melhor funcionamento das atividades do Poder Legislativo, será um espaço adequado para reuniões, palestras, ou outros eventos das entidades representativas da sociedade”.

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A construção estava parada desde o ano passado, quando a construtora desistiu da empreitada. Nos primeiros meses de 2017, houve adequação do projeto de engenharia – por meio da Secretaria de Planejamento do município – para se chegar ao valor necessário para findar a estrutura. A Prefeitura também contribuiu e enviou um projeto de lei à Câmara abrindo mão de devolução de R$ 250 mil no final deste ano – que também será empregado na sede.

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