Coluna Entrelinhas/Alexandre Alves

Publicidade

É inegável o legado deixado para Biguaçu pelo ex-prefeito José Castelo Deschamps (PP). A obra da macrodrenagem urbana, tão falada, questionada e criticada por céticos e politiqueiros de plantão, mostrou novamente toda a sua capacidade de eliminar as enchentes da cidade. As torrenciais chuvas desta semana, na casa dos 400 milímetros (400 litros de água por metro quadrado de área), causaram alagamentos e estragos em pelo menos dez cidades do litoral catarinense. E, ao contrário daquela antiga marchinha de carnaval, Biguaçu não encheu.

As viúvas

Apesar de a macrodrenagem impedir que as enxurradas entrem nas casas biguaçuenses, ainda é possível, hoje, encontrar quem critique. Eu vi, em uma página apócrifa (sem definição de autoria) uma crítica sem fundamento sobre a eficácia da obra. Pelo visto deve ser uma daquelas “viúvas” de gestões que ficaram no passado, que preferiam as enchentes para dar cesta básica e colchões, ao invés de acabar com o problema.

Publicidade