Moradores, estudantes, vereadores e técnicos municipais de Antônio Carlos contribuíram com a proposta de reestruturação do transporte público metropolitano na Grande Florianópolis, apresentada na noite quarta-feira (16), no auditório da prefeitura. “Precisamos de um ônibus circular na cidade, além de transporte para São José, Palhoça e Florianópolis”, complementou o prefeito Geraldo Pauli (PMDB).

O projeto é da Superintendência de Desenvolvimento da Região Metropolitana da Grande Florianópolis (Suderf), em parceria com o Observatório da Mobilidade Urbana da UFSC. O plano prevê incluir sete linhas na cidade: de Antônio Carlos para Biguaçu, comunidade de Rachadel, bairros Egito, Louro, Santa Maria, Guiomar e Rio Farias.

A escolha desses itinerários é resultado de estudos do Observatório da Mobilidade Urbana da UFSC com o objetivo de racionalizar o sistema e atender melhor a população local.

Geraldo Pauli cobra melhorias no transporte coletivo (Assessoria)

“Estamos totalmente abertos para que a gente possa melhorar a proposta cada vez mais. Cada município terá seu sistema local para que possa se deslocar adequadamente e aqueles que precisarem se deslocar para outras cidades da região metropolitana ou para Florianópolis também têm opções com maior frequência e maior grau de serviço para facilitar a vida do cidadão, isso é o mais importante”, disse o superintendente da região metropolitana da Grande Florianópolis Cassio Taniguchi.

Com a reestruturação das linhas de ônibus intermunicipais em Antônio Carlos, haverá oferta de ônibus para Biguaçu, Governador Celso Ramos, São José, Palhoça e Florianópolis, proporcionando mais conectividade entre os municípios da região continental. Os participantes da reunião sugeriram uma linha direta para a Capital.

As apresentações públicas da Nova Rede de Transporte Coletivo Metropolitano ocorrerão em todos os municípios da Grande Florianópolis que fazem parte do sistema (São Pedro de Alcântara, Antônio Carlos, Governador Celso Ramos, Santo Amaro da Imperatriz, Biguaçu, Águas Mornas, São José e Palhoça). Após as audiências, as contribuições serão analisadas pelas equipes técnicas da Suderf e do Observatório da Mobilidade Urbana da UFSC para que o projeto fique disponível em meio digital.

 

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