Santa Catarina registrou, entre 1º de janeiro e 14 de outubro, 9.273 focos do mosquito Aedes aegypti em 141 municípios catarinenses, segundo boletim emitido pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (DIVE/SC).

Conforme o órgão, o número de focos já é 47% a mais do que o mesmo período do ano passado. Em todo o período de 2016 foram encontrados 7.009 focos em 139 municípios, ou seja, a dois meses do fim do ano, já há 32,3% focos a mais.

Ainda segundo a Dive, 61 municípios são considerados infestados pelo mosquito. Entre as ações de prevenção, o órgão informou que irá capacitar 220 agentes para atuação nas ruas, fará reuniões com gestores municipais nas cidades mais afetadas e orientará a manter salas de situação em funcionamento, além de realizar a distribuição de panfletos à população.

Chikungunya, dengue e zika

Em relação às doenças transmitidas pelo mosquito, o maior número de casos no estado é da febre chikungunya: foram confirmados 32 pacientes. Desses, 28 contraíram a enfermidade fora de Santa Catarina e quatro permanecem em investigação para saber o local de infecção.

Sobre a dengue, são 12 pacientes com a doença no estado. Desses, seis foram infectados fora de Santa Catarina, dois no estado, dois em local indeterminado e mais dois estão em investigação. Os pacientes que contraíram a doença no estado foram infectados em Guaraciaba, no Oeste, e em Itajaí.

Por fim, há um caso de zika vírus em Santa Catarina, contraído fora do estado.