A Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca liberou oito pontos que estavam interditados para a comercialização de ostras, vieiras, mexilhões e berbigões em Santa Catarina devido à presença de toxina paralisante (PSP). São quatro em Florianópolis e outras quatro em Palhoça.

As áreas liberadas em Florianópolis ficam na região da Baía Sul – no Barro Vermelho, Freguesia do Ribeirão, Costeira do Ribeirão e Caieira da Barra do Sul. Já em Palhoça, as áreas liberadas são Enseada do Brito, Praia do Pontal, Praia do Cedro e Barra do Aririú (veja mapa abaixo).

“Essas áreas nunca estiveram com problemas, mas estávamos monitorando para ver se iria mudar essa situação. Como a análise da última semana não apresentou problemas, liberamos a comercialização”, explicou o gerente de Pesca e Aquicultura, Sergio Winckler da Costa.

O gerente afirma que continua monitorando locais em todo o Litoral catarinense. “O que já tínhamos como positivo para a presença da toxina se confirmou, embora com uma diminuição da concentração dessas substâncias. Alguns lugares não apresentaram laudo positivo, como Santo Antônio de Lisboa, Cacupé e Sambaqui, mas como a Praia do Forte, em Florianópolis, fica próximo e apresentou, estamos aguardando novos resultados para ter mais segurança e, se for o caso, liberar essa área também”, disse.

O restante dos pontos continuam com presença da toxina e devem permanecer interditados para comercialização. “Todos os dias, temos análises e resultados”, concluiu Sergio da Costa. A última análise foi realizada na sexta-feira, 27.

Desde o dia 19 de outubro, a comercialização de moluscos estava proibida em todo o Litoral devido à toxina paralisante. A medida preventiva foi tomada após a detecção da substância na carne mexilhões no município de Porto Belo.