O advogado e procurador-adjunto do município de Biguaçu, Matheus Richartz, assumiu oficialmente a presidência do União Brasil, em evento realizado na noite desta quarta-feira (25), junto com os outros integrantes da diretoria executiva (veja os nomes ao longo desta notícia). O ato contou com a presença do presidente estadual do partido, deputado federal Fábio Schiochet; do ex-deputado e ex-prefeito de Florianópolis Gean Loureiro; do prefeito de Biguaçu, Salmir da Silva (MDB), e do vice-prefeito Alexandre Martins de Souza (Podemos).
Fábio Schiochet disse, durante o evento, que o União Brasil estará junto com Alexandre na candidatura a prefeito em 2028. O atual vice-prefeito de Biguaçu é o candidato natural do atual grupo político que comanda o município e já começou a articular apoios para disputar a prefeitura nas próximas eleições.
A renovação da diretoria foi definida ainda em 2024, após as eleições municipais, em comum acordo com o Diretório Estadual do partido. Richartz aceitou o convite do articulista político Jeferson Binhotti, o ‘Jefinho’, que está à frente da reconstrução do União Brasil em Biguaçu.
De acordo com Jefinho, ele está reformulando o UB e ajudando a montar o time, da mesma forma que fez com Podemos e o PSDB. “Estamos reconstruindo o União Brasil com projeto para eleger vereador em 2028 e também pensando na eleição de Alexandre para prefeito de Biguaçu nas próximas eleições”, comentou Binhotti.

Jefinho construiu dois partidos vitoriosos nas duas últimas eleições municipais. Em 2020, ele comandou o Podemos, que emplacou o vice-prefeito Alexandre Martins de Souza na chapa com Salmir da Silva (MDB) e elegeu três vereadores.
Em 2024, o Podemos também manteve Alexandre como vice na reeleição de Salmir e ampliou para cinco o número de vereadores eleitos pelo partido. Além disso, no pleito passado, Binhotti reformulou o PSDB e conseguiu a eleição do jovem Vandy da Praia para vereador. Desde o começo de março, o PSDB passou a ter duas cadeiras na Câmara Municipal, com a posse do suplente João Kretzer.
Conforme Jefinho, a receita vitoriosa com o Podemos e PSDB – de montar partidos sem medalhões, dando chance para a eleição de candidatos que somem cerca de 500 votos – deve ser repetida nesta reformulação do União Brasil. “Porém, vamos vir ainda mais fortes para 2028, pois as primeiras conversas que tive com bons nomes interessados em entrar no União Brasil foram muito promissoras”, pontuou o articulista político.
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