De janeiro até 19 de fevereiro, Santa Catarina registrou seis casos suspeitos de mpox, que ficou popularmente conhecida como varíola do macaco. Dados da Secretaria de Estado da Saúde de Santa Catarina (SES/SC), por meio da Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Dive), indicam que um caso foi descartado, e que os demais ainda aguardam classificação final no sistema.
Os casos foram notificados pelos municípios de Florianópolis (2), Palhoça (2), Biguaçu (1) e Santo Amaro da Imperatriz (1). Atualmente, o estado possui uma vigilância estabelecida e um Plano de Contingência para a doença.
Segundo a Dive, em SC, os casos permanecem estáveis, mas há um alerta para possíveis casos importados e mudança no perfil da doença. A mpox faz parte da Lista Nacional de Notificação Compulsória, sendo que todos os casos suspeitos devem ser notificados imediatamente para a investigação e rastreamento de contatos, garantindo a rápida interrupção de possíveis cadeias de transmissão.
Transmissão
A mpox é transmitida principalmente por meio de contato próximo com lesões cutâneas, fluidos corporais ou materiais contaminados, como roupas e lençóis.
Pode ocorrer transmissão entre pessoas, especialmente por meio de contato físico prolongado ou por gotículas respiratórias, embora essa última via seja menos comum. A transmissão do vírus cessa após o desaparecimento das crostas das lesões.
Sintomas
O período de incubação é em média de 6 a 13 dias, mas pode variar de 5 a 21 dias. Os sintomas mais comuns incluem febre, dor de cabeça, dores musculares, dores nas costas, baixa energia e gânglios linfáticos inchados, seguidos ou acompanhados pelo desenvolvimento de erupção cutânea.
As erupções na pele começam no rosto e se espalham para outras partes do corpo, incluindo mãos, pés, genitais e áreas mucosas.
As pessoas devem permanecer atentas aos sintomas da doença, e na presença destes, buscar um serviço de saúde para atendimento e orientações.


