Transformar a relação de Biguaçu com o Rio Biguaçu e com o mar deixou de ser apenas uma ideia e passou a fazer parte de uma agenda de articulação política e institucional conduzida pelo vereador e presidente da Câmara Municipal, João Luiz Luz.
Desde o início das discussões sobre o projeto, João vem defendendo que a recuperação e a valorização do Rio Biguaçu podem representar muito mais do que uma obra de infraestrutura. A proposta envolve a dragagem do rio, a implantação dos molhes e a criação de condições para que Biguaçu aproveite melhor seu potencial turístico, econômico e ambiental.
A iniciativa vem sendo apresentada dentro do conceito “Biguaçu de Frente para o Mar”, uma proposta que busca mudar a forma como o município se relaciona com seu patrimônio natural e criar novas perspectivas para o futuro da cidade.
Uma articulação construída desde o início
À frente da Câmara Municipal, João Luiz passou a buscar diferentes caminhos para fazer o projeto avançar. O trabalho envolveu reuniões, encaminhamentos e articulações com representantes dos governos municipal, estadual e federal.
Um dos principais focos da atuação foi levar a discussão para fora do município e buscar apoio para uma obra que, pelo seu porte, exige participação de diferentes instituições e fontes de recursos.
Em Brasília, o vereador realizou reuniões com lideranças e representantes de órgãos públicos, apresentando a importância estratégica do projeto para Biguaçu e buscando caminhos para viabilizar os investimentos necessários.
“Desde o início, entendemos que esse não poderia ser apenas um projeto de governo ou de um mandato. É uma proposta para Biguaçu, para as próximas gerações. Por isso, precisamos unir forças e buscar os recursos e os estudos necessários para tornar esse projeto possível”, afirma João Luiz.
Dragagem e molhes como pontos centrais
A dragagem do Rio Biguaçu está entre os principais pontos discutidos. A intervenção é considerada fundamental para melhorar as condições do rio e preparar a região para uma nova etapa de desenvolvimento.
A implantação dos molhes também aparece como uma das estruturas estratégicas do projeto. Além de contribuir para as condições de navegação, a obra é estudada dentro de uma visão mais ampla de organização e aproveitamento da área.
Outro aspecto defendido por João é a possibilidade de que essas intervenções contribuam para enfrentar problemas históricos relacionados às chuvas e às cheias.
Para o vereador, planejamento e prevenção precisam caminhar juntos com o desenvolvimento.
Um projeto que pode mudar a economia local
A proposta defendida por João Luiz também tem como objetivo criar novas oportunidades para Biguaçu.
A aproximação da cidade com o mar pode estimular o turismo, valorizar a região do rio, incentivar atividades econômicas relacionadas à navegação e criar novas possibilidades para empreendedores.
A perspectiva é que, com a estruturação da área, Biguaçu possa explorar melhor seu potencial natural e fortalecer sua posição dentro da Grande Florianópolis.
“Quando falamos em colocar Biguaçu de frente para o mar, estamos falando de desenvolvimento, turismo, geração de oportunidades e valorização da nossa cidade. É pensar onde queremos que Biguaçu esteja daqui a 10, 20 ou 30 anos”, destaca João.
Próximos passos
Apesar dos avanços na articulação política, o projeto ainda depende de uma série de etapas técnicas e administrativas, incluindo estudos, licenciamento, definição do modelo de execução e obtenção dos recursos necessários. É justamente nessa fase que a articulação institucional ganha importância.
João Luiz tem defendido que o município precisa estar preparado para apresentar o projeto aos órgãos competentes e aproveitar oportunidades de investimentos que possam surgir nas diferentes esferas de governo. A busca por recursos e apoio técnico continua sendo uma das principais frentes de trabalho.
De projeto a uma nova visão para Biguaçu
O projeto dos molhes e da dragagem do Rio Biguaçu representa uma discussão que vai além da execução de uma obra. A iniciativa coloca em debate o futuro de uma cidade que possui um rio com forte presença em sua história, mas que ainda pode explorar muito mais seu potencial.
A proposta é ambiciosa: fazer com que Biguaçu deixe de apenas olhar para o Rio Biguaçu e passe a olhar para ele como parte fundamental do futuro da cidade.
E, para João Luiz, esse futuro começa com planejamento, articulação e capacidade de buscar investimentos para transformar uma ideia em realidade.

