CBF denuncia Internacional no MP por falsificação de documentos

Publicidade

Lance – A novela envolvendo a briga judicial do Internacional no Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) ganhou mais um capitulo. Na tarde desta sexta-feira, a CBF encaminhou uma denúncia ao Ministério Público do Rio de Janeiro, em função de uma suposta falsificação de documentos por parte do departamento jurídico do Colorado.

A denúncia em questão refere-se ao caso Victor Ramos e, especificamente, aos e-mails que vazaram nesta semana no jornal O Estado de São Paulo, que divulgou uma conversa entre o Vitória e o diretor de Registro e Transferência da CBF, Reynaldo Buzzoni.

Continua após a publicidade

As mensagens, que poderiam trazer uma suposta orientação da CBF à postura que seria adotada pelo clube baiano neste processo, serviria também como prova para tentar tirar pontos do Leão da Barra no Campeonato Brasileiro e, consequentemente, evitar o rebaixamento do Internacional.

O clube gaúcho também se manifestou nesta sexta-feira, após o caso ter sido arquivado pelo próprio STJD. Em nota oficial, o Inter afirmou que seguirá com a tentativa no Tribunal.

– Informamos que estamos desde já estudando as medidas recursais cabíveis a serem propostas nos próximos dias com vistas à reversão de tal decisão – diz trecho do texto.

O caso ainda poderá passar da esfera esportiva e ser direcionado ao Ministério Público do Rio de Janeiro. Desta forma, seria julgado na através da justiça comum, segundo informado pela própria CBF.

Confira abaixo a íntegra do comunicado da CBF:

Tendo em vista a matéria veiculada pela imprensa relacionada ao registro do atleta Victor Ramos, do Esporte Clube Vitória, a Confederação Brasileira de Futebol esclarece que arguiu hoje, no Supremo Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), a falsidade de e-mails atribuídos ao Sr. Reynaldo Buzzoni, Diretor de Registro e Transferência da entidade.

Tal documentação, apresentada e juntada aos autos do processo pelo Sport Club Internacional, teve sua autenticidade impugnada por ser desprovida de fé, conforme procedimento hoje protocolado no STJD.

 

Publicidade