‘É preciso vontade política para resolver a questão da SC-407’, diz Molinaro

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Presidente da Acibig, Sandra Molinaro
Presidente da Acibig, Sandra Molinaro

A presidente da Associação Empresarial e Cultural de Biguaçu (Acibig), Sandra Molinaro, disse, ao Biguá News, nesta segunda-feira à noite, depois da audiência pública para debater a precariedade da SC-407, que é preciso vontade política para resolver a questão da rodovia que liga Biguaçu a Antônio Carlos.

A pista está deteriorada e repleta de buracos. Não há acostamento e a sinalização é deficitária.

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Na avaliação de Molinaro, o evento de ontem serviu para reunir forças dos dois municípios visando cobrar do governador Raimundo Colombo (PSD) uma resolução definitiva para a rodovia. Está prevista uma ‘operação tapa-buracos’ para os próximos dias, mas, para Sandra, isso é apenas um paliativo.

“O que vai resolver mesmo essa precariedade de nossa estrada é a revitalização da pavimentação. Já existe um projeto de R$ 7 milhões para isso e agora devemos pressionar o comitê gestor do Estado para que libere os recursos para essa obra”, comentou a empresária, que atua no ramo de transportes.

Molinaro esteve reunida na segunda-feira à tarde, junto com lideranças comunitárias de Biguaçu, com o presidente do Departamento Estadual de Infraestrutura, Wanderley Agostini, cobrando providências do órgão responsável por dar manutenção às rodovias. Ouviu dele que, na próxima semana, será anunciada uma ação para preencher as centenas de crateras da SC-407.

Por essa rodovia é escoada toda a produção agrícola de Antônio Carlos (que é um dos principais produtores de hortaliças de Santa Catarina), as cargas de grama cultivadas em Biguaçu (que são enviadas para todo o país), todo o combustível para a Grande Florianópolis que chega pelo terminal da Transpetro, a produção de uma fábrica de refrigerantes, além de ser via de acesso a várias empresas instaladas ao longo de seu curso. A estrada aglutina o maior PIB da região metropolitana da capital. Somente a empresa Vonpar recolheu, aos cofres estaduais, em 2011, cerca de R$ 35 milhões em impostos.

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