Florianópolis e São José continuam infestadas por Aedes aegypti

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As cidades de Florianópolis, São José e Santo Amaro da Imperatriz continuam sendo consideradas infestadas de Aedes aegypti, segundo o boletim n° 34 de dengue, febre de chikungunya e zika vírus,  divulgado na tarde desta quinta-feira, pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (Dive/SC). A definição de infestação é realizada de acordo com a disseminação e manutenção dos focos de criadouros do mosquito.

Atualmente há 50 municípios considerados infestados no Estado. Biguaçu e Palhoça (que são conurbados com a capital e com São José) não constam da lista. “É preciso intensificar os cuidados para eliminar depósitos com condições propícias para reprodução do Aedes aegypti, tendo em vista a proximidade com o período de maior calor e chuvas intensas”, diz trecho do boletim.

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Dengue

No período de 1 de janeiro a 3 de dezembro de 2016 foram notificados 13.555 casos suspeitos de dengue em Santa Catarina. Desses, 4.379 (32%) foram confirmados (3.477 pelo critério laboratorial e 902 pelo critério clínico epidemiológico), 619 (4%) estão inconclusivos, 8.438 (62%) foram descartados por apresentarem resultado negativo para dengue e 119 (1%) casos suspeitos estão em investigação pelos municípios.

Febre chikungunya

No período, foram notificados 893 casos suspeitos de febre de chikungunya em SC. Desses, 85 (10%) foram confirmados, 53 (7%) estão inconclusivos, 684 (76%) foram descartados e 71 (7%) permanecem como suspeitos. Do total de casos confirmados até o momento, 74 (87%) são importados (transmissão fora do estado), seis (7%) são autóctones (transmissão dentro do estado) e cinco (6%) estão aguardando definição do Local Provável de Infecção (LPI).

Zika vírus

Do começo do ano até o dia 3 de dezembro de 2016, foram notificados 475 casos suspeitos de febre do zika vírus em Santa Catarina. Desses, 59 (12%) foram confirmados, 27 (6%) estão inconclusivos, 370 (78%) foram descartados e 19 (4%) permanecem em investigação. Do total de casos confirmados até o momento, 49 (83%) são importados, oito (14%) são autóctones, com transmissão dentro de Santa Catarina, e dois (3%) estão aguardando definição do Local Provável de Infecção (LPI)

As informações são da Dive/SC.

 

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