Gov. Celso Ramos e Antônio Carlos não registram focos de Aedes

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Nenhum foco de criadouros de mosquito Aedes aegypti – transmissor da dengue, febre chikungunya e zika vírus – foi detectado em Governador Celso Ramos ou Antônio Carlos no ano de 2016, segundo boletim da Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (Dive/SC), divulgado na tarde desta quarta-feira (21). Em Biguaçu foram identificados locais com mosquitos, mas a incidência foi baixa e por enquanto o município não corre riscos de infestação.

O prefeito de Governador Celso Ramos, Juliano Duarte Campos (PSD), disse, ao Biguá News, que o departamento de vigilância epidemiológica da Secretaria de Saúde faz controle constante nos bairros da cidade, “evitando assim a proliferação do mosquito”.

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Em Biguaçu, o secretário de Saúde Gabriel Arthur Loeff comentou, com a reportagem, que há uma equipe de agentes trabalhando especificamente na prevenção, “checando armadilhas, fazendo trabalho de prevenção e verificando possíveis focos”.

Conforme a Dive,  em Santa Catarina há 155 cidades sem foco do mosquito, 67 com focos – mas sem risco de infestação -, 19 municípios com risco de infestação, 27 já infestados de Aedes aegypti, 19 com transmissão local de dengue, e oito em nível epidêmico (Pinhalzinho, Serra Alta, Bom Jesus, Coronel Freitas, Descanso, Modelo, Chapecó e União do Oeste).

Em todo o Estado, no ano de 2016, o número de casos suspeitos de dengue notificados (13.734 casos) está acima do registrado no mesmo período em 2015 (11.195 casos), representando um aumento de 18% de um ano para outro. Já em relação aos casos autóctones (transmissão local da dengue), em 2016 houve 3.995 casos confirmados, enquanto que, no mesmo período em 2015, foram 3.279 registros, representando um aumento de 18% no número de casos autóctones confirmados de um ano para outro.

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