Guincho nas pontes em Florianópolis atende duas ocorrências no mês

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Automóvel com pane seca foi retirado em cinco minutos (Foto: Assessoria)
Automóvel com pane seca foi retirado em cinco minutos (Foto: Assessoria)

Após um mês da implementação de um guincho para atender incidentes nas pontes Pedro Ivo e Colombo Salles, duas ocorrências necessitaram do serviço nesse período: uma na manhã desta segunda-feira (11) e outra no dia 22 de dezembro. Os dois veículos precisaram ser removidos após pane seca (falta de combustível). Para evitar filas e maiores congestionamentos, o guincho retirou os automóveis do local em pouco mais de cinco minutos.

Pela primeira vez na história da cidade, um guincho está disponível para este serviço e é realizado sem nenhum custo aos motoristas. Por dia, passam em média 100 mil veículos nas pontes, sendo três mil ônibus do transporte coletivo da Capital. De 8 a 14 incidentes são registrados por dia no local.

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“Há muitos anos nossa cidade merecia um serviço como este, que irá dar máxima agilidade para a retirada de veículos nas pontes, diminuindo filas e transtornos na entrada e saída da Ilha”, disse o prefeito Cesar Souza Junior.

O guincho, que fica na cabeceira insular da ponte, tem capacidade para remover até 57 toneladas – um ônibus biarticulado, por exemplo, pesa 32 toneladas. O serviço é fruto de um convênio entre a Prefeitura, Sindicato das Empresas do Transporte Urbano de Florianópolis (Setuf), o Grupo DVA – Mercedes Benz, Departamento de Transportes e Terminais do Estado de Santa Catarina (Deter), Departamento Estadual de Infraestrutura (Deinfra) e Polícia Militar.

Como funciona

Todo motorista que sofrer um acidente, ficar sem combustível ou perceber algum problema mecânico enquanto atravessa as pontes, deverá imediatamente ligar para o 190 da Polícia Militar, que por sua vez irá acionar o serviço. O veículo será removido da ponte e deslocado até uma das cabeceiras.

“O objetivo não é transportar veículos para outros locais. Afinal, a intenção é resolver o problema o mais rápido possível para não congestionar as pontes, o que hoje ocorre em uma frequência de 10 ao dia”, informa o comandante geral da PMSC, Paulo Henrique Hemm.

Assessoria

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