O Ministério das Cidades liberou, na tarde desta quinta-feira (29), os R$ 5,9 milhões para a segunda etapa da macrodrenagem em Biguaçu, contemplando mais obras do sistema de galerias pluviais nos bairros Bom Viver, Jardim São Miguel e Vendaval. O prefeito Ramon Wollinger (PSD) foi a Brasília junto com o vice-prefeito Vilson Norberto Alves (PP), o secretário de Planejamento Matheus Hoffmann e a procuradora-geral do município, Karina Fonseca, para articular o empenho dos recursos.

Comitiva biguaçuense recebe autorização de empenho (Foto: Divulgação)

“É com muita satisfação que a gente recebe mais esse recurso aqui em Brasília. Foi um projeto plantado há um longo tempo. Apesar de as coisas aqui na capital federal não estarem fáceis, devido a tudo o que nós acompanhamos pela imprensa, nós já estávamos trabalhando essa liberação há um bom tempo. E hoje eu fico feliz que conseguimos esse importante recurso”, disse Ramon, em entrevista ao Biguá News.

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O prefeito também comentou que a macrodrenagem é referência no Ministério das Cidades como exemplo de infraestrutura para acabar com enchentes. Ele pontuou que há inclusive um quadro da obra pendurado na parede de um gabinete. “Fico feliz também, pois quando a gente vem aqui no Ministério, nota que Biguaçu já é conhecida como a cidade da macrodrenagem, e inclusive há um quadro aqui sobre isso. Foi um projeto dos mais importantes para o município, pois acabou com os alagamentos quando chovia”, lembrou.

Macrodrenagem: quadro no Ministério das Cidades (Imagem: reprodução)

O projeto estava aprovado e faltando apenas o governo federal emitir o documento que autoriza o empenho da obra. Após articulações políticas na capital federal, o documento foi assinado pelo secretário-executivo do Ministério, Marcos Aurélio de Queiroz Campos, autorizando a Caixa Econômica Federal a disponibilizar os recursos. Feito isso, a Prefeitura pode dar ordem de serviço para que a empreiteira já licitada e contratada coloque as máquinas para trabalhar dentro de um prazo de 30 dias.

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Na primeira etapa da obra foram investidos R$ 35 milhões do Governo Federal, por meio do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). A obra começou em 2012, após aprovação do projeto elaborado na primeira gestão do ex-prefeito José Castelo Deschamps (PP) e várias viagens dele à capital federal para conseguir a liberação dos recursos.

A obra, composta de várias galerias para escoamento das águas das chuvas, livrou os bairros Vendaval, Boa Vista, Universitário, Centro, Praia João Rosa, Rio Caveiras, Fundos, Jardim Janaina, Bom Viver e Marcos Antônio das constantes inundações anuais, bem como das cheias históricas.

Atualizada às 14h51

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