A Polícia Civil de Santa Catarina (PCSC) deflagrou, nesta quinta-feira (12), a Operação Simbiose, com o objetivo de desarticular um esquema de lavagem de dinheiro que utilizava o comércio de veículos de luxo para legalizar recursos do crime organizado. A rede atendia criminosos envolvidos com tráfico de drogas e roubos a bancos.
De acordo com as investigações da Delegacia de Investigação à Lavagem de Dinheiro (DLAV/DEIC), uma empresa do setor automotivo funcionava como “porto seguro” financeiro para facções. O esquema consistia em simular vendas sucessivas de carros em curtos intervalos para mascarar a origem ilícita do capital. O COAF detectou movimentações atípicas, como depósitos fracionados e repasses para alvos de outras investigações policiais.
Além da simulação de vendas, a empresa cedia veículos de alto valor para o uso de traficantes. Durante a ofensiva, os agentes cumprem mandados de busca e apreensão e o sequestro de bens, incluindo imóveis, ativos financeiros e carros de luxo. A estratégia da PCSC é focar na descapitalização e asfixia financeira das estruturas criminosas.
De acordo com as investigações da Delegacia de Investigação à Lavagem de Dinheiro (DLAV/DEIC), uma empresa do setor automotivo funcionava como “porto seguro” financeiro para facções. O esquema consistia em simular vendas sucessivas de carros em curtos intervalos para mascarar a origem ilícita do capital. O COAF detectou movimentações atípicas, como depósitos fracionados e repasses para alvos de outras investigações policiais.
Além da simulação de vendas, a empresa cedia veículos de alto valor para o uso de traficantes. Durante a ofensiva, os agentes cumprem mandados de busca e apreensão e o sequestro de bens, incluindo imóveis, ativos financeiros e carros de luxo. A estratégia da PCSC é focar na descapitalização e asfixia financeira das estruturas criminosas.
As investigações foram conduzidas pela Delegacia de Investigação à Lavagem de Dinheiro (DLAV/DEIC), com o suporte do Laboratório de Tecnologia contra Lavagem de Dinheiro (LAB-LD). A ofensiva conta ainda com a participação de diversas unidades especializadas da DEIC, como a Delegacia de Crimes Fazendários (DCZ), Delegacia de Repressão às drogas (DRD), Delegacia de Defraudações (DD), Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE), Delegacia de Capturas (DECAP) e Delegacia de Furtos e Roubos de Veículos (DFRV), além de auditores da Secretaria de Estado da Fazenda (SEF).

