Prefeito acena com 3% de reajuste e sindicato enviará contraproposta

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Diretoria apresentou a proposta da administração municipal (Foto: Biguá News)
Diretoria apresentou a proposta da administração municipal (Foto: Biguá News)

O Sindicato dos Trabalhadores Municipais de Biguaçu (Sintramubi) decidiu, em assembleia extraordinária realizada nesta quarta-feira à noite, no auditório da Biblioteca Municipal, encaminhar uma contraproposta à intenção da Prefeitura de Biguaçu – que enviou um documento pontuando ser possível reajustar os salários dos funcionários públicos em 3% e o vale-alimentação em 10%. “Ficou definido que retornaremos com pedido de 5% nos vencimentos e de 40% na alimentação”, disse, ao Biguá News, o presidente do Sintramubi,  Jorge Eduardo da Silva.

Os trabalhadores também vão organizar uma assembleia com ato público, no dia 1º de março, às 9h, em frente à Prefeitura Municipal, para que os servidores avaliem a resposta que será dada pelo prefeito Ramon Wollinger (PSD). Essa também é a data em que o funcionalismo público espera receber a segunda parcela do acordo coletivo feito em 2015. Era para o município pagar, em novembro passado, 3,208% (que o Sintramubi afirma ser de 3,37%)  incidente sobre os vencimentos do mês de abril de 2015. Mas Ramon alegou falta de verba e postergou a quitação, com o ‘aval’ da Câmara, que aprovou projeto de lei nesse sentido.

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Jorge esteve na prefeitura esta tarde e recebeu a proposta da administração municipal. Nela consta que outras solicitações do sindicato já estariam sendo atendidas e que algumas – como plano de saúde – estaria inviabilizada por falta de recursos.  Foi pontuado que os servidores sem os 1/3 sobre férias no final do ano passado receberam agora em janeiro. Os pagamentos das titulações também foram liquidados no mês passado e o retroativo de outubro a dezembro em duas parcelas, em janeiro e fevereiro.

“As únicas coisas que estão pendentes de acerto são o índice de reajuste e evolução de carreira do quadro civil de nível fundamental” , pontuou, nesta quarta-feira, ao Biguá News, o secretário de Administração, Willian Lofy. Ele ressaltou ainda que o plano de saúde está em estudo desde o ano passado. “Mas ainda não conseguimos encontrar viabilidade financeira sem que haja a contrapartida do servidor”.

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