Saúde informa que Biguaçu está fora da lista de municípios com risco de febre amarela

Da Assessoria – A Prefeitura de Biguaçu, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, esclarece a população de que o município não está na área de risco de transmissão da Febre Amarela. A recomendação é de que apenas pessoas que viajarão para cidades inseridas nas áreas mapeadas pelo Ministério da Saúde recebam as doses.

Em Santa Catarina, 162 municípios integram as Áreas com Recomendação de Vacina (ACVR). Veja a lista dos municípios catarinenses aqui e a lista de todo o Brasil aqui.

Conteúdo impulsionado

Caso tenha viagem marcada para qualquer uma das cidades com risco de contaminação, procure a Unidade Básica de Saúde mais próxima de sua residência, levando o cartão do SUS, carteira e vacinação (se o paciente tiver) e comprovante de residência em Biguaçu, além de algum documento que comprove a viagem. Há restrições para pessoas com idade superior a 60 anos, mas os casos serão analisados individualmente. A recomendação é de que a dose seja aplicada 10 dias antes da viagem.

Arte: Ministério da Saúde

Saiba mais sobre a doença*

A Febre Amarela é uma doença infecciosa febril aguda, causada por um arbovírus (vírus transmitido por artrópodes), que pode levar à morte em cerca de uma semana, se não for tratada rapidamente.

Os casos de Febre Amarela no Brasil são classificados como Febre Amarela Silvestre ou Febre Amarela Urbana, sendo que o vírus transmitido é o mesmo, assim como a doença que se manifesta nos dois casos, a diferença entre elas é o mosquito vetor envolvido na transmissão.

Na Febre Amarela Silvestre, os mosquitos dos gêneros Haemagogus e Sabethes transmitem o vírus e os macacos são os principais hospedeiros; nessa situação, os casos humanos ocorrem quando uma pessoa não vacinada adentra uma área silvestre e é picada por mosquito contaminado. Na Febre Amarela Urbana o vírus é transmitido pelos mosquitos Aedes aegypti ao homem, mas esta não é registrada no Brasil desde 1942.

Os sintomas iniciais incluem febre, calafrios, dor de cabeça, dor nas costas, dores no corpo em geral, náuseas, vômitos, fadiga e fraqueza. Em casos graves, a pessoa pode desenvolver febre alta, icterícia (coloração amarelada da pele e do branco dos olhos), hemorragia e, eventualmente, choque e insuficiência de múltiplos órgãos.

* Informações da Diretoria de Vigilância Sanitária de Santa Catarina (DIVE-SC)

Conteúdo impulsionado