SC com a menor taxa de homicídios do país a cada 100 mil habitantes

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Santa Catarina aparece mais uma vez com a menor taxa de homicídios por 100 mil habitantes entre os demais estados brasileiros. Pelo estudo, o Estado teve em 2014 a taxa de 12,7 homicídios por 100 mil habitantes, a mais baixa do Brasil, seguida de São Paulo com 13,4 homicídios por 100 mil habitantes.

Elaborado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), órgão ligado ao Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão do governo federal, em parceria com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública, ONG especializada no assunto, o estudo analisou os dados mais recentes do Ministério da Saúde sobre mortes violentas intencionais, referentes ao ano de 2014, quando quase 60 mil pessoas foram assassinadas no país.

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“Este estudo do IPEA representa, entre outros pontos, que estamos no caminho certo. Entre outros fatores destaco a efetiva integração dos organismos de segurança, e instituições como Poder Judiciário e Ministério Público, no combate ao crime”, disse o Secretário da Segurança Pública, César Augusto Grubba.

Grubba também corrige a taxa de homicídios por cada grupo de 100 mil habitantes. Segundo ele, em 2014 a estatística oficial da SSP fechou o ano com uma taxa de 11,3 mortos e em números absolutos o registro de 760 homicídios dolosos.

Letalidade policial

O trabalho do Ipea também apresentou números da letalidade policial. Em 2014, SC teve 42 mortes por letalidade policial. Os Estados que registraram o maior número de mortes por intervenções policiais foram São Paulo (234), Rio de Janeiro (245) e Bahia (97).

“Os criminosos são cada vez mais audaciosos e partem para o enfrentamento. Também temos a fragilidade da legislação penal. Hoje a regra é a liberdade, a exceção é a prisão”, observou Grubba.

“Santa Catarina é o Estado com o menor índice de letalidade. E isto não é por acaso. Decorre de um foco específico, tanto da Polícia Militar quanto da Polícia Civil, no tocante à repercussão das ações policiais na sociedade, prevalecendo sempre a proteção à vida”, concluiu o secretário.

Secom

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