Trecho do contorno viário em Biguaçu recebe equipes noturnas de trabalho

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A empreiteira que está construindo o Contorno Viário da Grande Florianópolis colocou, nas últimas semanas, equipes de trabalho no período da noite para adiantar o serviço antes da temporada de chuvas – que ocorre no verão. O trabalho à noite ocorre ao longo dos trechos Norte e Intermediário 2, em Biguaçu. A continuidade dos trabalhos após o sol se por contribui com o aumento da produção e possibilita o cumprimento dos prazos, especialmente durante o período considerado chuvoso – quando as atividades de terraplenagem são bastante afetadas.

Foto: Divulgação Autopista Litoral Sul

Atualmente as obras contam com mais de 1.300 pessoas trabalhando na implantação dos cerca de 50 quilômetros de rodovia. O engenheiro Marcelo Módolo, superintendente de investimentos do Contorno, explica que os trabalhos noturnos permitem uma otimização dos recursos mobilizados para a execução das obras melhorando a produtividade das atividades.

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“Por conta de questões climáticas, não é possível a realização de atividade noturna de terraplenagem, mas atuamos em pontos estratégicos com transporte e aplicação de material pétreo, transporte e lançamento de areia para drenos, gravação de geodrenos (atividades típicas em regiões de solos moles) e temos também equipes atuando na execução de pontes e viadutos e no transporte das vigas pré-fabricadas. No caso de transporte de insumos como rocha e areia, a atividade noturna permite que criemos estoques destes materiais para aplicação também durante o dia”, comenta.

Sobre o Contorno

O Contorno Viário de Florianópolis está sendo construído pela Arteris Litoral Sul com o objetivo de desviar o tráfego de longa distância da BR-101, na região de Florianópolis. Os estudos realizados preveem que a rodovia irá proporcionar uma redução significativa na intensidade deste tráfego, melhorando a competitividade logística de Santa Catarina.

Com investimentos, até o momento, superiores a R$ 1 bilhão, o Contorno será uma rodovia classe zero, ou seja, um corredor expresso com velocidade operacional de 100 km/h em todo o percurso, seis acessos por meio de trevos, quatro túneis duplos, sete pontes, mais de 20 passagens em desnível e um total de 50 quilômetros de extensão, dos quais 34 já estão em obras.

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