Univali firma convênio com a Celesc para eficiência energética

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A Universidade do Vale do Itajaí (Univali) firmou, na última quarta-feira (28), um convênio com a Celesc para a instalação de sistemas fotovoltaicos em quatro prédios da Universidade, a substituição de lâmpadas convencionais por LED em cinco campi e a troca de aparelhos de ar condicionado no Campus Itajaí. O convênio viabiliza a execução do projeto da Univali, que foi uma das instituições selecionadas na chamada pública da Celesc para as áreas de Pesquisa & Desenvolvimento (P&D) e de Eficiência Energética (PEE).

Participaram da assinatura do documento que formaliza o convênio, na sede da Celesc, em Florianópolis (SC), o reitor, o professor Valdir Cechinel Filho, o advogado e professor da Univali, Alexandre Waltick Rates, e o chefe da Divisão P&D e Eficiência Energética da Celesc, Thiago Jeremias. O valor total investido no projeto será de R$3,5 milhões, sendo que destes R$2,5 milhões de recursos provêm do Programa de Eficiência Energética da Celesc (PEE Celesc), com contrapartida de R$1 milhão da Univali.

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No Campus Biguaçu, com o desenvolvimento do projeto, o sistema fotovoltaico existente receberá a ampliação para a geração de mais de 21,6 KW. Já o Campus Balneário Piçarras será beneficiado com o sistema de 130,68 KW e o de Tijucas com 208,98 KW. O Hospital Pequeno Anjo, em Itajaí, também receberá o sistema fotovoltaico com potência instalada de 83,7 KW. Serão substituídas nos campi de Itajaí, Biguaçu, Balneário Piçarras, Balneário Camboriú e Tijucas, um total de 3.378 lâmpadas convencionais ou fluorescentes por lâmpadas de LED. Na Univali em Itajaí também haverá a substituição de 16 aparelhos de ar condicionado antigos por novos.

A expectativa de economia a ser alcançada pela Univali com estas iniciativas é de 1.051,97 MWH por ano, aproximadamente R$422 mil no ano, o que equivale ao consumo de 400 unidades consumidoras (UC). A partir destas medidas, o Campus Biguaçu poderá ser o primeiro a receber o certificado Zero Energy, concedido pelo Green Building Council Brasil, que reconhece os prédios que atingem autossuficiência energética.

“Toda a nossa comunidade será beneficiada com esse inovador projeto. Além de provocarmos o uso eficiente e racional de energia elétrica no intuito de combater o desperdício, reduziremos o investimento em custeio e estimularemos a adoção de bons hábitos de consumo. Ganham todos, comunidade, alunos, Universidade e o meio ambiente”, ressalta o reitor.

Com informações da Agência Comunicaz a serviço da Celesc

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