Alice Schuch: Paciência e Mãos à obra

*Alice Schuch, escritora, palestrante, doutora e pesquisadora do universo feminino

Firme e serena vontade necessitou a rainha Elizabeh I para cumprir seu projeto genial de trazer à luz uma das maiores potências do mundo – a Inglaterra.

Se a imaginação criadora é necessária para conceber, requer-se para executar outra rara virtude, a tenacidade, que Sir Issac Newton batizou como simples paciência. Newton, um dos humanos mais influentes na história da humanidade e visto sob uma áurea de genialidade, escreveu: “se fiz descobertas valorosas, foi mais por paciência do que qualquer outro talento”.

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É neste sentido que afirmamos que o desenvolvimento do nosso projeto requer uma grande paciência, pois se a aptidão é um dom natural, desenvolvê-la implica em esforço exemplar. Por mais que seu fermento seja instintivo e inconsciente, as obras não se fazem sozinhas.

Nossa inteligência como o flash de um relâmpago intui o nosso projeto ideal, depois, por toda vida, marchamos atrás dele, perseguindo a quimera entrevista. O tempo é aliado da líder, seu trabalho completa as iniciativas da inspiração.

A imaginação não basta para dar vida à obra, é a vontade que lhe dá existência: inventa, produz, forja. Sem sabê-lo e sem querê-lo ninguém cria coisas que valham ou durem, trata-se de colher o fio vencedor da própria situação e se o perdemos, retomá-lo.

Ao partir em busca da vitória, assuma-se de modo total, responsabilize-se; seja honesta consigo mesma e com os outros e não busque posições sociais ou econômicas, através do sexo: quando encontramos um grande homem, um empresário de sucesso, sentimos uma força que se expande dentro, qualquer coisa que nos prende a ele, isto não é sexo, é simplesmente uma reação da nossa inteligência, que, ao ver alguém que realiza, quer também aprender, fazer, agir em amplificação de si mesma, em ganho existencial.

Vencer, concretamente, é conquistar nas situações externas, nos encontros e nas relações do nosso cotidiano a própria vida, o próprio business, a pessoal liberdade, estar bem, construir o próprio conforto, cultivar a vida no prazer, e se permanece ainda o desejo de mais conquistas, mãos à obra.

A natureza jamais propõe uma tensão sem um propósito.

Paciência e mãos à obra!

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