Sem acordo, sindicato ampliará a greve dos bancários

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A sétima rodada de negociação entre o Comando Nacional dos Bancários e a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) terminou sem avanços, nesta terça-feira (13), em São Paulo. Os bancos acenam com reajuste de 7% nos salários e abono de R$ 3,3 mil.  A proposta anterior, apresentada no dia 29 agosto, foi de 6,5% de reajuste e abono de R$ 3 mil.

Os bancários reivindicam a reposição da inflação do período mais 5% de aumento real, valorização do piso salarial, no valor do salário mínimo calculado pelo Dieese (R$ 3.940,24 em junho), PLR de três salários mais R$ 8.317,90, além de outras questões, como melhores condições de trabalho.

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Com o distanciamento do que pedem os trabalhadores e o que ofertam os empregadores, os sindicalistas prometem reforçar a greve, para adesão de mais agências. Na região da Grande Florianópolis, pelo menos 104 unidades – de um total de 150 – estavam fechadas nesta terça-feira, inclusive as agências da Caixa Econômica, Banco do Brasil e Bradesco de Biguaçu.

Uma nova rodada de negociação foi marcada para quinta-feira (15), em São Paulo.

Foto: Biguá News
Agência do Bradesco em Biguaçu também é fechada pelos grevistas (Foto: Biguá News)

Atendimento

Em nota, a Febraban lembra que os clientes podem utilizar os caixas eletrônicos para agendamento e pagamento de contas (desde que não vencidas), saques, depósitos, emissão de folhas de cheques, transferências e saques de benefícios sociais.

Nos correspondentes bancários (postos dos Correios, casas lotéricas e supermercados) é possível também pagar contas e faturas de concessionárias de serviços públicos, sacar dinheiro e benefícios e fazer depósitos, entre outros serviços. As cooperativas de crédito não fecham, pois seus colaboradores não são filiados aos sindicatos dos bancários.

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