Governo do Estado paga o 13ºª dos servidores no dia 14 de dezembro

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O governador Raimundo Colombo (PSD) anunciou, na manhã desta sexta-feira (11), que o Estado vai antecipar o salário de dezembro e pagar a segunda parcela do 13º salário aos servidores públicos. Previstos para o dia 21 de dezembro, os depósitos serão feitos no dia 14 do mês.

Somando ao pagamento da folha do mês de novembro, que ocorrerá no próximo dia 30, a folha estadual vai incrementar a economia catarinense com R$ 2,18 bilhões. “O equilíbrio das finanças, por conta de estratégias como a reforma da previdência e a renegociação da dívida com a União garantiram ao Estado fechar o ano com as contas em dia”, disse Colombo.

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Antes do anúncio do cronograma de pagamentos, o governador reuniu o colegiado no Centro Integrado de Cultura (CIC), em Florianópolis, para analisar os números e os resultados de Santa Catarina ao longo de 2016.

“Foi o ano mais difícil de toda a minha vida profissional, porque mês a mês a conta não fechava. Entramos numa verdadeira batalha para diminuir as despesas, aplicar melhor os recursos e continuar investindo. O esforço foi recompensado com essa conquista extraordinária para Santa Catarina, que é poder chegar ao fim do ano honrando com seus compromissos”, destacou.

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O secretário de Estado da Fazenda, Antonio Marcos Gavazzoni, apresentou os gráficos da dificuldade financeira, diante da crise econômica do país. De acordo com os dados, Santa Catarina enfrenta dois anos de arrecadação abaixo da inflação – as taxas são de 3,59% contra 8,97%. A diferença entre elas é considerada a perda real no período. Já o déficit orçamentário é de R$ 1,6 bilhão nos últimos quatro anos.

“Se não fosse a atitude corajosa do Estado em buscar a renegociação da dívida pública, mudar o modelo da previdência, talvez estivéssemos na situação da maioria dos estados brasileiros e com dificuldades ainda maiores para administrar. O que Santa Catarina está conseguindo hoje é uma grande vitória, sobretudo neste período de gravíssima crise”, aponta Gavazzoni.

Com a renegociação, o Estado não está pagando mensalmente os R$ 90 milhões da dívida pública até o ano que vem. Já a reforma no modelo da previdência estadual aumenta a alíquota do contribuinte, estabelece o teto padrão do INSS para os novos servidores e cria a Previdência Complementar, a exemplo do modelo adotado no sistema privado.

As informações são da Secom.

 

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