Nova pesquisa para presidente da República é divulgada nesta segunda-feira; veja os resultados

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Pesquisa do Instituto MDA realizada em âmbito nacional e divulgada nesta segunda-feira (20) a pedido da Confederação Nacional dos Transportes (CNT) mostra que o ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva (PT) e o deputado federal Jair Messias Bolsonaro (PSL) lideram a preferência do eleitorado, se as eleições presidenciais fossem hoje.

O petista aparece com 37,3% das intenções de voto e o capitão do Exército com 18,8%. Na sequencia estão Marina Silva (Rede), 5,6%; Geraldo Alckmin (PSDB), 4,9%; Ciro Gomes (PDT), 4,1%; e Álvaro Dias (Podemos), 2,7%. Os outros candidatos estão abaixo de 1%.

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O levantamento ouviu 2.002 pessoas entre os dias 15 a 18 de agosto, em 137 municípios de 25 unidades da Federação.  A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, com 95% de nível de confiança. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com a identificação BR-09086/2018.

Foi o primeiro mapeamento CNT/MDA após as definições de todos os candidatos a presidente e seus vices. A pesquisa não fez entrevistas sem o nome de Lula (trocado por Fernando Haddad), pois a legislação eleitoral não permite esse tipo de levantamento após os registros das candidaturas. Lula poderá ser barrado de disputar o pleito, com base na Lei da Ficha Limpa – que impede condenados por corrupção de concorrerem a cargos eletivos.

2º TURNO

Também foram feitas simulações de 2º turno e, caso Lula eventualmente obtenha o registro, ele venceria todos os concorrentes, com os seguintes índices: Bolsonaro (50,1% x 26,4%); Geraldo Alckmin (49,5% x 20,4%); Marina Silva (49,8% x 18,8%) e Ciro Gomes (49,4% x 18,5%).

Em um eventual 2º turno sem Lula, a situação é de empate técnico entre: Bolsonaro (29,3%) x Marina (29,1%); Bolsonaro (29,4%) x Ciro Gomes (28,2%); Bolsonaro (29,4%) x Alckmin (26,4%); Ciro (26,1%) x Marina (25,2%); Marina (26,7%) x Alckmin (23,9%); e Ciro (25,3%) x Alckmin (22%).

Não foram feitas simulações de 2º turno com nome de Haddad (PT) devido à legislação não permitir testar nome de candidato a vice em pesquisas eleitorais após os registros de candidaturas – cujo prazo terminou em 15 de agosto.

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